Alimentação
Bárbara:
Robert e eu experimentamos vários regimes alimentares.
No momento estamos tentando seguir aquele que achamos o mais difícil:
estamos pedindo ao Espírito Santo para guiar a nossa alimentação.
Isso inclui a compra de alimentos, cozinhar, comer – com
que freqüência comer, quando comer, o que comer, quanto
comer. Estamos praticando entregar ao Espírito Santo todos
os nossos desejos, todas as nossas preferências, todas as
nossas idéias sobre o que nós ‘devemos’
e ‘não devemos’ comer.
Antes de praticar os conceitos de UCEM, eu passei vários
anos tomando doses de mega-vitaminas; depois comi alimentos com
baixo teor de carboidratos e altos teores de proteínas
seis vezes ao dia quando fui diagnosticada hiperglicêmica;
então eu descobri que respirar profundamente e beber grandes
copos de água eliminavam minha fraqueza chamada ‘baixa
taxa de açúcar no sangue’. Eu também
parei de usar a minha mente para dizer a mim mesma que era hiperglicêmica.
Mais ou menos na mesma época que recebemos nosso conjunto
de UCEM, ouvimos falar de um jejum de limpeza rápida, de
dez dias chamado ‘The Master Cleanser’. Parecia bem
interessante para nós dois ‘experimentadores’
o experimentássemos. Nós adoramos e escolhemos ser
vegetarianos quando acabamos o jejum.
Para enriquecer nossa diversão de mudar para o vegetarianismo,
começamos a usar tigelas de madeira e pauzinhos orientais
[hashi], tornando o ato de comer um novo divertimento. Dois anos
depois de nos tornarmos vegetarianos por dois anos, descobrimos
o conceito de comer somente alimentos não cozidos –
verduras cruas, grãos e sementes encharcadas, nozes, frutas,
brotos. Durante os oito meses seguintes comemos somente alimentos
crus.
Que resultado notamos? Sentíamos maravilhosamente bem quando
estávamos em paz, e sentíamos variados níveis
de ‘não tão maravilhoso’ quando não
estávamos em paz! Parecia claro que o poder estava na nossa
mente pacifica e não na comida que comíamos. Nessa
época estávamos completando as lições
do Livro de Exercícios pela primeira vez.
Os livros que líamos a respeito de dietas com alimentos
crus diziam que provavelmente haveria um desconforto violento
se nós mudássemos abruptamente para o hábito
de comer alimentos cozidos. Muitas pessoas nos convidavam para
jantar como um modo de passarmos algum tempo juntos e sempre tínhamos
que explicar tudo sobre a nossa dieta ou simplesmente dizer “não”.
Eu também comecei a me sentir esnobe porque estávamos
fazendo uma dieta verdadeiramente ‘espiritual’ e quase
ninguém mais estava. O ego obviamente tinha entrado de
mansinho mais uma vez.
Conversei com o Espírito Santo sobre esta situação
e o que eu ‘recebi’ foi, “Agora que você
sabe que consegue seguir uma disciplina tão rigorosa e
segui-la à risca, quero que você comece a seguir
uma mais rígida ainda... peça a Mim para te guiar
constantemente sobre o seu processo alimentar. Saiba também
que o que quer que o seu irmão sirva a você é
abençoado por Mim.”
Na correspondência do dia seguinte, recebemos um convite
para um churrasco no estilo Texano! Depois de uma boa gargalhada,
perguntamos ao Espírito Santo se deveríamos ir,
e Ele nos respondeu, “É claro.” Naquela semana
comemos batatas fritas, feijão branco com molho de tomate,
costela de porco, frango e coca-cola. Mesmo depois de três
anos como rígidos vegetarianos, dos últimos oito
meses comendo só de alimentos crus, nenhum de nós
teve nem sequer soluços como efeitos daquela refeição!
Agora, na maioria das vezes, comemos comida vegetariana incluindo
muitas saladas de alfafa e brotos. Tem sido realmente difícil
para nós dois entregar plenamente a área da alimentação
ao Espírito Santo.
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