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Aconselhando
O Espírito Santo começou a enviar pessoas para eu
aconselhar.
Bárbara:
Toda vez que alguém me perguntava quanto eu cobrava, eu sempre
respondia algo como, “Se você se sentir levado a fazer
uma doação, eu receberei com gratidão.”
Às vezes o Espírito Santo me orientava a doar para
eles!
No início de uma hora de aconselhar, eu repetia a prece “Eu
estou aqui só para ser verdadeiramente útil...”
A outra pessoa e eu, geralmente dávamos as mãos, fechávamos
nossos olhos, orávamos pedindo orientação e
então, sentávamos silenciosamente para ouvir. O quanto
nós aprendemos com aquelas sessões com o Espírito
Santo no comando. Honestamente, nenhum treinamento mundano poderia
ter me preparado para todas as experiências variadas que o
Espírito Santo enviou. Minha intenção era não
julgar as idéias que me eram dadas, e confiar que o Espírito
Santo sempre me diria a coisa perfeita a fazer ou dizer.
Eu me lembro de uma ocasião em particular. Isso aconteceu
nos primeiros meses que eu estava em Houston e estava apenas começando
a me sentir confiante que o Espírito Santo me guiaria perfeitamente.
Uma moça que vou chamar de Sue veio falar comigo e quando
estávamos sentadas silenciosamente esperando para ouvir a
orientação, o que eu ‘ouvi’ foi “Ensine-a
fazer a parada de cabeça de ioga.” Eu não tinha
nem idéia se Sue até mesmo sabia o que era ioga e
a sugestão de ensiná-la a fazer parada de cabeça
parecia especificamente bizarra, já que quanto ela telefonou
marcando uma consulta, ela disse que queria falar sobre seu emprego
de programação de computador.
Mentalmente eu disse ao Espírito Santo, “O que parece
que ouvi é para ensinar Sue a fazer parada de cabeça
de ioga, mas não estou me sentindo totalmente confiante para
sugerir isso a ela. Eu vou liberar essa idéia e se estiver
realmente vindo de Você, traga de volta - se não, por
favor, leve-a embora da minha mente.”
A idéia retornou. Sentindo-me tola, eu disse a Sue o que
eu tinha ‘ouvido’. Para o meu espanto ela trincou os
dentes, ficou muito vermelha de raiva e disse bem alto, “Não,
isso de novo não, isso de novo não!” Eu quase
não conseguia acreditar em sua reação.
Ela foi me contando que ela tinha largado suas aulas de ioga porque
ela era uma das últimas que ainda não conseguiam fazer
a parada de cabeça e não poderia suportar o quão
sem esperança ela se sentia em relação a sua
aparente estupidez e seu modo desajeitado. Ela ainda compartilhou
que ela freqüentemente tinha a mesma sensação
de desesperança e fracasso, e que ela poderia pelo menos
evitar isso num aspecto deixando de fazer ioga. Eu perguntei se
ela estava disposta a seguir em frente mesmo assim seguindo a orientação
do Espírito Santo, e praticar a parada de cabeça comigo.
Relutantemente ela concordou.
Mais ou menos por uma hora, Sue e eu, nos esforçamos para
fazer paradas de cabeça. Claramente ela estava derrotando
a si mesma antes de cada tentativa, fazendo declarações
negativas para si mesma. Eu me senti levada a corrigir gentilmente
só a parada de cabeça e não fazer comentários
sobre mais nada. O Espírito Santo me disse para deixar isso
com Ele.
Depois de um certo tempo, Sue se sentou após mais uma queda
e disse, “Eu acabei de reconhecer que fico me criticando.
Eu nunca me dou uma chance. Aprender isso é muito melhor
do que ser capaz de fazer uma parada de cabeça de ioga. Não
é para menos que sou tão miserável em cada
emprego que tenho. Eu me critico o tempo todo. Bem, de agora em
diante, em vez de largar os empregos eu vou parar com o hábito
de me criticar. Vou parar com aquilo que eu realmente preciso parar
e, que o Espírito Santo me ajude a fazer isso.”
Desde então, eu simplesmente vou em frente e ofereço
o que quer que eu ouça, não importa o quão
estranho possa parecer. Ele sempre acerta o alvo.
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