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Em Houston
"Aqui estou em Houston, Espírito Santo. O que Você
quer que eu faça?"
Bárbara:
Quase que imediatamente a minha chegada em Houston, recebi o pensamento,
“Vá até a igreja.” Minha experiência
anterior com a Unity tinha sido quando Robert e eu visitamos a Unity
Church em Reno, Nevada, uma hora de carro de Campbell Hot Springs.
Estar em Houston novamente (eu cresci lá) foi simplesmente
como estar em uma nova cidade já que eu não estava
morando lá há 17 anos. Eu estava impressionada ao
dirigir até uma enorme pirâmide dourada... Unity Church
of Christianity de Houston. Era a celebração de quarta-feira
à noite, eu entrei pedindo ao Espírito Santo para
me orientar onde sentar e me usar qualquer modo que Ele desejasse.
Eu me apresentei a uma animada senhora sentada ao meu lado que me
disse que seu nome era Jeannette Klemoa. À medida que conversávamos
fiquei sabendo que ela morava sozinha e estava interessada em ter
seminários em casa. A facilidade e a falta de esforço
com que tudo estava sendo realizado era uma outra evidência
de que eu estava, de fato, sendo guiada.
Mais ou menos no primeiro mês em Houston, eu acordava de manhã
com um frio na barriga de medo, dando um nó nos músculos
do meu estômago. Eu não tinha nenhum emprego, e somente
cerca de 100 dólares, mais o meu Plymouth. Eu ficava perguntando
ao Espírito Santo, “Eu devo arrumar um emprego?”
Não ouvia resposta nenhuma e não sentia nenhuma orientação
para procurar um emprego. O que eu ‘ouvi’ mesmo foi,
“Sirva como for e onde for que você possa. Eu cuidarei
de você.” Embora intelectualmente pensasse que aquilo
era a verdade, eu ainda sentia MEDO.
Há meses, agora, eu estava seguindo minha rotina diária
de estudos de UCEM: cada manhã após fazer algumas
respirações profundas e alongamentos e beber um grande
copo d’água, eu lia a minha lição do
dia do Livro de Exercício e meditava. Então eu lia
a próxima seção do Manual de Professores e
finalmente, a próxima pequena seção no Texto.
(Veja a “Folha de Sugestão para o Trabalho Diário
com UCEM” nos apêndices deste livro)
Quando eu cheguei novamente na seção sobre a Confiança
no Manual de Professores, eu li e reli a parte que diz que a confiança
é a base na qual repousa todo o resto. Eu sabia que o meu
nó frio de medo era um sintoma da minha falta de confiança,
então eu me comprometi a ler a seção da Confiança
todos os dias até não mais vivenciar o medo. Eu li
a seção da confiança diariamente por cinco
meses e os resultados tem sido dignos de cada minuto.
“Sirva”, o Espírito Santo ficava ‘falando’
como resposta aos meus medos. Então eu realmente servi. Eu
passava muito tempo na Unity Church durante o dia, conversando e
aconselhando as pessoas apareciam, endereçando e recheando
envelopes, atendendo telefonemas, anfitriando a meditação
do meio-dia e fazendo qualquer coisa eu pudesse fazer. Eu estava
conhecendo muitas pessoas e freqüentemente acabava conversando
sobre UCEM. Eu também freqüentava as duas celebrações
do domingo e toda celebração das noites de quarta-feira.
Eu estava constantemente repetindo mentalmente, “Eu estou
aqui só para ser verdadeiramente útil...”
Muitas vezes, o Espírito Santo me orientava a me apresentar
para alguém, e quando fazia, nosso compartilhar resultante
sempre era profundamente valioso para ambos. Também comecei
a vender os conjuntos de UCEM que tinha trazido comigo.
Uma outra maneira de servir que ‘veio’ para mim foi
fazendo visitas nos hospitais. Essas visitas custavam coragem. Eu
ia para qualquer hospital que me sentia guiada, pedia ao Espírito
Santo para continuar me conduzindo e perguntava no balcão
das enfermeiras, “Quem precisa de um visitante?” Freqüentemente
era olhada cinicamente por cima naquele ponto. As enfermeiras estavam,
naturalmente, sendo protetoras dos direitos de seus pacientes e
não queria enviar uma “lunática” para
perturbá-los.
Geralmente eu só ficava lá parada. Em algum momento,
a energia entre nós ‘conectava’, e elas sentiam
a minha sinceridade e então, me mandavam para um quarto dizendo
algo como, “Quarto 202, Sra. Moss... realmente deprimida.”
Então eu agradecia pela confiança, agradecia pelo
trabalho que estavam fazendo e ia gentilmente bater na porta do
paciente que tinham mencionado.
Pode ter certeza de que quanto eu entrava no quarto eu estava mentalmente
repetindo, “Eu estou aqui só para ser verdadeiramente
útil...” Cada visita era exclusiva. Às vezes
dávamos as mãos, às vezes eu dava uma massagem
no pé, nas costas, às vezes ouvia, às vezes
conversávamos sobre metafísicas, poucas vezes falávamos
sobre UCEM, mas principalmente era a experiência do “somos
todos amados e podemos relaxar e aproveitar este momento juntos.”
Ao sair, eu estava consistentemente cheia de alegria. Na verdade,
nos dias em que estava sendo estúpida e ouvindo o ego e me
sentido mal, eu sabia que se eu me arrastasse para fora e fizesse
uma visita num hospital, eu seria curada... e eu sempre era!
“Tudo que dou é dado a mim mesmo.” Ex-126
Eu fiz mais de 30 visitas a hospitais durante aqueles primeiros
meses em Houston, e surpreendentemente, cada pessoa que eu visitava
sempre mencionava que de alguma maneira, “tinha orado pedindo
uma visita!”
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A
PAZ DE DEUS É A MINHA ÚNICA META
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